sábado, 29 de maio de 2010

domingo, 28 de março de 2010

Programa de Variedades “ Ser Bandeirante”

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA
PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO
PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM “MÍDIAS NA EDUCAÇÃO”
CURSISTA: Maria zilma
Tutora: Mirian Becker
Atividade: Programa de Variedades “ Ser Bandeirante”
Este será um programa de temática educativa com duração aproximada a 00:20min e apresentação de duas locutoras:
Ser Bandeirante
Roteiro.
BG: Trilha do Programa (instrumental)

Tec. Vinheta de abertura.
Loc 1. Olá! Bom dia! Hoje 27 de março de 2010.
Está começando o programa “Ser Bandeirante” em sala de aula.
Loc 2. Um bom dia especial para os núcleos de Bandeirantes de nosso Estado.
Loc 1. O núcleo Duque de Caxias que funciona na escola estadual 13 de Setembro no bairro 13 de Setembro, o núcleo Santos Drummond que funciona faculdade Atual da Amazônia no bairro União.
Loc 2. Também para o núcleo Jerônyma Mesquita que funciona na escola Municipal Tia Linda no bairro Sen. Hélio Campos e por fim ao núcleo Força Jovem que funciona no interior da Cidade, lá na Maloca da Barata.
Tec. Músicas (Havia uma coruja e Noite de ronda)
Tec. Vinheta do quadro “Mensagem do dia”
Loc 1. A mensagem tem o titulo “Amigo Bandeirante”
... ler a mensagem...
Tec. Música (Bufarali)
Loc 2. Estamos de volta com o programa ser bandeirante e agora vamos para a participação de nossos ouvintes por isso ligue no telefone 3624-4590 e fale ao vivo conosco.
Alô bom dia! Quem fala?
Ouv. Bom dia é a Euraci.
Loc 1. Oi Euraci você quer fazer alguma pergunta?
Ouv. Eu gostaria de saber o que é ser Bandeirante?
Loc 2. Muito bem Euraci ser Bandeirante é acima de tudo *merecer confiança, *ser leal e respeitar a natureza entre outras coisas por isso faça isso e procure um de nossos núcleos para conhecer mais o movimento Bandeirante. Agora manda o seu alô.
Ouv. Eu vou mandar um alô para os meus pais que estão ouvindo o programa comigo e também a vovó Nice que está ligada lá no interior.
Loc 1. Muito bem agora vamos para mais um bloco musical.
Tec. Música (avante)
Loc 2. Estamos chegando ao fim do nosso programa de hoje, mais sábado estaremos de volta ás 9:00hs.
Loc 1. Até sábado amigos e vamos finalizar com o Hino do Jubileu.
Tec. Música (Hino do Jubileu)

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Educaçao Especial "Deficiência Auditiva"

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
CENTRO DE EDUCAÇÃO

TUTORA: Mirian Becker
CURSISTA: Maria Zilma de Sousa Morais

TEMA: DEFICIÊNCIA AUDITIVA

"A deficiência auditiva é uma “perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando em graus e níveis”. Há diferentes tipos de perda auditiva. São chamados de surdos os indivíduos que têm perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da capacidade de compreender a fala através do ouvido" (http://www.amputadosvencedores.com.br/deficiencia_auditiva.htm).
As crianças com deficiências auditivas apresentam alguns dos problemas mais difíceis e desafiantes para a educação especial. A perda auditiva interfere tanto na recepção da linguagem quanto na sua produção. Pelo fato de a linguagem interferir em praticamente todas as dimensões do desenvolvimento, a incapacidade de ouvir e falar são uma deficiência crítica, que pode dificultar o ajustamento social e acadêmico.
Concordo com KIRK e GALLAGHER, quando dizem que, “as crianças surdas ou com audição reduzida são geralmente identificadas antes de entrarem na escola. As crianças com deficiências auditivas leves ou moderadas tendem mais a serem negligenciadas. A identificação correta das crianças com perda auditiva é frequentemente complicada, pois, na sala de aula, os sintomas da condição assemelham-se a outros distúrbios, com deficiência mental ou problemas comportamentais. As crianças que olham o professor inexpressivamente podem ter deficiências auditivas, podem simplesmente não estar compreendendo o que estar sendo dito, ou podem estar tão envolvidas com suas próprias ansiedades que bloqueiam a comunicação”.
Temos conhecimento de vários meios que são disponibilizados objetivando ajudar o professor a identificar uma criança com uma possível perda auditiva, para posteriormente esta criança ser encaminhada para um atendimento mais abrangente. Como apoio segue uma lista que foi organizada por Stephens, Blackhust e Magliocca (1982):
Parece haver algum problema físico associado aos ouvidos? O aluno pode queixar-se de dores de ouvido, desconforto no ouvido ou assobios e zumbidos estranhos. Essas queixas devem ser observadas, e também deve-se ficar atento aos sinais de secreção nos ouvidos ou acúmulo excessivo de cera no canal auditivo. Resfriados e dores de garganta frequentemente são indicadores ocasionais de infecções que podem danificar a audição.
Há pouca articalação dos sons, principalmente omissão de sons consonantais? Os alunos que articulam mal podem ter um problema auditivo que os impede de receber feedback de suas produções vocais. A omissão de sons consonantais na fala muitas vezes indica uma perda auditiva de alta frequencia.
Quando está ouvindo rádio, TV ou discos, o aluno aumenta tanto o volume que os outros reclamam? Como é comum atualmente os jovens aumentarem a amplificação das musicas de “rock” até quase “o limite da dor” , esta determinação às vezes será difícil de ser feita. Entretanto, os professores podem muitas vezes conseguir pistas, observando os alunos quando ouvem os meios de comunicação que não estão produzindo música, como discos educativos e filmes sonoros.
O aluno encosta o ouvido no alto-falante ou vira em sua direção num esforço aparente para ouvir melhor? As vezes tais movimentos são bastantes óbvios e podem até mesmo ser acompanhados da colocação das mãos de concha nos ouvidos num esforço de dirigir o som para eles. Em outros casos, as ações são muito mais sutis. Os professores podem, com freqüência, deixar passar estes sinais, interpretando-os como símbolos de curiosidade e interesses crescentes.
Há pedidos freqüentes no sentido de se repetir o que acabou de ser dito? Embora alguns peguem o hábito de dizer “Uhm?” como uma forma de mecanismo de defesa quando são incapazes de oferecer o que julgam ser uma resposta aceitável, tais verbalizações também podem indicar uma perda auditiva. Quando um aluno em especial pede frequentemente para repetir a instrução, os professores deveriam investigar mais a possibilidade de perda auditiva.
O aluno não responde ou é desatento quando se fala com ele em voz normal? Alguns alunos que não seguem as instruções ou que não prestam atenção em classe são frequentemente rotulados de “criadores de caso”, o que resulta num tratamento negativo ou punitivo. Entretanto, muitas vezes esses comportamentos escolares inadequados são, na realidade, pela incapacidade de ouvir do aluno. Também podem ser causados quando os sons ouvidos parecem estar “deturpados”.
O aluno reluta em participar de atividades orais? Embora a relutância em participar oralmente possa ser um sintoma de problemas como timidez, insegurança em relação ao conhecimento da matéria ou medo de fracasso, também pode resultar de uma perda auditiva. A criança pode não ser capaz de ouvir as instruções verbais dessas atividades. (PP.43-44)
Quando a escola recebe alunos surdos ou com deficiência auditiva para inclusão no ensino regular esta deve promover as adequações necessárias e providenciar um instrutor de Libras para os alunos que ainda não aprenderam esta língua, pois a aprendizagem deve acontecer de maneira prática e dinâmica na sala de aula onde os demais colegas e professor possam participar dessa interação tão importante e significativa para todos.
É preciso que o professor de sala tenha conhecimento de como utilizar os recursos tecnológicos na educação desses alunos.
A nossa Constituição Federal elegeu como fundamentos da República a cidadania e a dignidade
da pessoa humana (art. 1º, inc. II e III), e como um dos seus objetivos fundamentais a
promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer
outras formas de discriminação (art. 3º, inc. IV).
Garante ainda expressamente o direito à igualdade (art. 5º), e trata, nos artigos 205 e
seguintes, do direito de TODOS à educação. Esse direito deve visar o .pleno desenvolvimento
da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
(art. 205).
Além disso, elege como um dos princípios para o ensino, a .igualdade de condições de acesso
e permanência na escola. (art. 206, inc. I), acrescentando que o .dever do Estado com a
educação será efetivado mediante a garantia de acesso aos níveis mais elevados do ensino, da
pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um. (art. 208, V).
Portanto, a Constituição garante a todos o direito à educação e ao acesso à escola. Toda
escola, assim reconhecida pelos órgãos oficiais como tal, deve atender aos princípios
constitucionais, não podendo excluir nenhuma pessoa em razão de sua origem, raça, sexo,
cor, idade, deficiência ou ausência dela.
A tendência atual é que o trabalho da Educação Especial garanta a todos os alunos com deficiência
o acesso à escolaridade, removendo barreiras que impedem a freqüência desses alunos às classes
comuns do Ensino Regular. Assim sendo, a Educação Especial começa a ser entendida como
modalidade que perpassa, como complemento ou suplemento, todas as etapas e níveis de ensino.
Esse trabalho é constituído por um conjunto de recursos educacionais e de estratégias de apoio
colocados à disposição dos alunos com deficiência, proporcionando-lhes diferentes alternativas de
atendimento, de acordo com as necessidades de cada um.
O atendimento educacional especializado é uma forma de garantir que sejam reconhecidas e atendidas
as particularidades de cada aluno com deficiência. São consideradas matérias do atendimento educacional
especializado: Língua brasileira de sinais (Libras); interpretação de Libras; ensino de Língua Portuguesa
para surdos; Sistema Braile; orientação e mobilidade; utilização do soroban; as ajudas técnicas,
incluindo informática adaptada; mobilidade e comunicação alternativa/aumentativa; tecnologias assistivas;
informática educativa; educação física adaptada; enriquecimento e aprofundamento do repertório de
conhecimentos; atividades da vida autônoma e social, entre outras.
A educação inclusiva garante o cumprimento do direito constitucional indisponível de qualquer
criança de acesso ao Ensino Fundamental, já que pressupõe uma organização pedagógica das
escolas e práticas de ensino que atendam às diferenças entre os alunos, sem discriminações
indevidas, beneficiando a todos com o convívio e crescimento na diversidade.
Alguns recursos tecnológicos utilizados no processo de ensino-aprendizagem e comunicação entre pessoas com Deficiência Auditiva.
Dicionário LIBRAS ilustrado, que correlaciona a língua portuguesa escrita e os sinais. (Governo do Estado de São Paulo, 2002).
Software Falibras, que transmite a palavra em português para LIBRAS, capta a fala através do microfone e exibe no monitor a interpretação em LIBRAS na forma gestual e animada em tempo real. (Protótipo in CORADINI, 2003).
SignWebmessage que é um protótipo de software cujo objetivo é utilizar a escrita da língua de sinais para comunicação assíncrona na Web que utiliza tanto LIBRAS como língua portuguesa (SOUZA & PINTO, 2002).
Signtalk que é uma ferramenta para chat que consta da apresentação da LIBRAS, da escrita da língua portuguesa e da escrita da língua de sinais. (Em desenvolvimento in CAMPOS, 2001).
Swedit que apresenta como principal funcionalidade, a edição de textos em língua de sinais escrita. (TORCHELSEN et al, 2003).
Depoimento de um Deficiente Auditivo

Este depoimento está disponível no site ines.
"Quando era criança, falava muito errado, e meus pais e familiares achavam bonitinho. Cresci, na escola não prestava atenção na aula, porque, não entendia nada que o professor falava, no ditado era um pavor, ficava 'grudada' na voz do professor para ouvir a palavra corretamente, mas perdia-a no meio do caminho, ficava pensando, porque tinha que ser assim, mas para mim era normal, pois não sabia o que estava acontecendo, passei para o colegial, e sempre no meu canto, continuava não entendendo nada, ouvia, mas, não entendia nada, com isso perdi muitos ensinamentos. Fui para a faculdade, que horror, não entendia nada que os professores falava, ia para casa triste, pegava os livros e estudava tudo o que o professor havia explicado, me formei com meus próprios méritos. Já trabalhando como professor, o Diretor me pediu para fazer um exame com um médico especialista (otorrino) , pois o Estado exigia tal exame, foi quando descobri que eu tinha uma perda auditiva muito acentuada. Hoje, estou usando aparelho auditivo, e o que queria dizer é que se minha família, meus professores tivessem me observado, minha vida teria sido muito melhor em todos os sentidos. E que o meu depoimento não seja em vão, e que o governo possa levar mais informação para a escola, televisão e outros meios para que possa 'salvar' uma criança, pois eu vivi no meu mundo e só hoje depois de 30 anos é que pude ouvir o canto de um pássaro".
Após este estudo reflexivo, ainda é possível acreditar no potencial do professor que mesmo diante da carência de recursos vem desenvolvendo um trabalho grandioso junto a educação, reconhecendo seu papel de educador junto pessoas com deficiência, dando-lhes oportunidade e liberdade de expressão dando lhe o direito de fazer parte da transformação educacional do nosso país.

”Temos o direito a sermos iguais quando a diferença nos inferioriza; temos o direito a sermos
diferentes, quando a igualdade nos descaracteriza”.
Boaventura de Souza Santos

Referências Bibliográficas
http://www.prgo.mpf.gov.br/cartilha_acesso_deficientes.pdf
www.assinoinclusao.org.br/Downloads/Convencao.pdf
Educação da criança Excepcional/Samuel A. Kirk James J.
Gallagher: tradução Marília Sanvicente – 3ª Ed – São Paulo:
Martins Fontes, 1996. 3ª tiragem novembro de 2002.
http://deficiencia-auditiva.blogspot.com/
http://deficienciauditiva.blogspot.com/2007/04/depoimento-de-um-deficiente-auditivo.html

sábado, 23 de janeiro de 2010

INTRAGINDO COM AS MIDIAS

Quando pensamos em educação logo pensamos em ampliação dos conhecimentos tanto do aluno quanto do professor e temos em mãos mais uma ferramenta eletrônica que nos possibilita maior avanço nos trabalhos pedagógicos, entretanto temos que ter o cuidado de verificar as condições de nossos alunos quanto ao acesso ao computador ao solicitarmos um trabalho extraclasse que venham a precisar desta ferramenta.
No primeiro momento farei interação com os colegas professores e trabalharei com os alunos no laboratório de informática da escola mostrando a eles como é prazerosa a aprendizagem através de blogs.